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O que o casamento pode aprender com o franchising

Franchising é muitas vezes considerado como um “casamento comercial” – a união do franqueador e franqueado ligado no matrimônio pela marca da franquia.

Esta é uma grande analogia e explica muitos dos elementos da relação de franquia. Por exemplo, há o período de namoro, quando um potencial franqueado considera pretendentes (franqueadores) para seu capital investimento.

Eventualmente há um noivado, que é quando o franqueado preenche a FPQ (ficha de pré-qualificação) detalhada em troca da COF (circular de oferta de franquia) ou do contrato de franquia.

Durante este período de noivado, o franqueado deve aprender mais sobre o seu futuro parceiro conjugal, e algum tempo depois do período de engajamento obrigatório de 14 dias, eles podem optar por ir em frente com o casamento e assinar os documentos definitivos.

Assim, um casamento comercial é estabelecido.

Então, se há semelhanças entre franchising e casamento, o que se pode aprender um com a outro?

Das duas instituições, a franquia foi sem dúvida a maior beneficiária dessa troca de aprendizagem. A maioria das pessoas tem algum conhecimento ou experiência de casamento (seja em alguma experiência própria ou observando amigos e parentes), e pode usar esse quadro de referência para ajudar a melhorar a sua compreensão de franchising.

Mas o que dizer o contrário? O que o casamento pode aprender com o franchising?

Aqui algumas coisas a considerar:

O amor nem sempre leva à felicidade

Apaixonar-se gera altas expectativas para o futuro de uma relação que muitas vezes um ou ambos os parceiros pode se decepcionar. Entrar numa franquia exige uma constante verificação da situação real do negócio, para que o objetivo do sucesso financeiro de longo prazo se concretize. Essa visão de longo prazo traz felicidade quando as recompensas de um plano bem executado forem concretizadas,.

Um processo mais formal de avaliação mútua

Com o enorme volume de informações na internet, até mesmo casais de namorados novos já usam o Google para pesquisar sobre seu parceiro, ou verificar as suas respectivas páginas do Facebook ou contas de Twitter, como parte do processo de conhecer um ao outro.

Uma vez que a este é o primeiro relacionamento de ambos, eles provavelmente vão aprender muito um com o outro, em vez de aprender via fontes externas. Isso não é bom o suficiente em franchising.

Potenciais franqueados precisam conversar com antigos e atuais franqueados para melhorarem sua compreensão sobre determinada franquia, bem como sobre a capacidade de apoiar e promover seus franqueados. Traçcando um paralelo com o namoro, isso equivalente a conversar os ex-namorados da sua noiva para descobrir como ela realmente é.

Abertura de informações obrigatória antes do compromisso

Dificilmente uma moça pergunta a um rapaz se ele já foi para a cadeia, foi processado, ou são atualmente objeto de qualquer investigação ou litígio. Quando ele parece ser uma pessoa tão legal, perguntas contundentes dessa natureza são a certeza de ofender.

Não é assim no franchising, onde franqueadores são obrigados, por lei, a fornecer informações sobre si mesmos.

Esta divulgação obrigatória é diferente do casamento. Quantas noivas ou noivos souberam tardiamente algo sobre o seu cônjuge que poderia ter feito com que ele ou ela mudasse de ideia sobre o casamento?

Franqueadores também esperam um alto nível de divulgação de seus cônjuges (potencial franqueado), e, geralmente, obrigá-los a concluir um processo de seleção detalhado e formal para filtrar candidatos inadequados. Imagine o quão útil essa seleção seria ao entrevistar noivos em potencial!

Há um período de reflexão obrigatório

Franchising tem tudo sobre o casamento a este respeito. Descobriu algo sobre o seu cônjuge, logo após o casamento, que de possa justificar a quebra do “acordo”? Pena que você não tem os sete dias de período de reflexão que os franqueados têm. Se, depois de assinar na linha pontilhada, eles mudam de ideia dentro de sete dias, eles podem sair do relacionamento, sem custos e sem complicações.

O período de sete dias de reflexão obrigatório seria uma ótima solução para aquele clichê “acordou bêbado e casado com uma estranha em Las Vegas”, que por vezes ocorre na vida real.

Você faz um plano para o seu futuro

Imagine ser perguntado por sua futura esposa para preparar um plano para os próximos cinco anos ou mais que identifique claramente seus objetivos, e o que você vai fazer para alcançá-los. Além de ficar “atado” à pessoa, com a expectativa da chegada das “crianças”, a maioria dos casais não fazem planos após o casamento.

No franchising é diferente. Geralmente os potenciais franqueados devem apresentar de um plano detalhado sobre o seu futuro para o franqueador e, posteriormente, serão cobrados sobre a implementação do mesmo.

Não há um limite de tempo

No casamento há a frase “até que a morte nos separe”. Este não é um requisito para o casamentos de franquia, onde os participantes, se comprometem apenas por um período inicial (que é uma média de cinco anos), e se eles ainda gostarem um do outro no final deste período, estendem o período do compromisso.

A poligamia é permitida

Franquias e franqueadores não necessariamente se comprometem em um relacionamento exclusivo. Franqueadores terão muitos franqueados e franqueados muitas vezes adquirem pontos adicionais de seus franqueadores (e às vezes até mesmo de outros franqueadores).

Tente ter esse tipo de diversidade em um casamento da vida real e ver quanto tempo dura o seu relacionamento.

Gastos são auditados

No franchising, o dinheiro pago para um fundo de marketing é necessário ser auditado, a não ser que menos que mais de 75% dos franqueados concordam que uma auditoria não é necessária. Será que as esposas ou maridos gostariam de ter o mesmo nível de transparência em seus gastos em um casamento real?

Um processo de resolução de disputas

Se há um problema em uma relação de franquia que não pode ser resolvido por negociação direta, há um processo de resolução de conflitos que qualquer das partes pode iniciar. Este processo pode levar à mediação, onde ambas as partes se reúnem com um mediador independente.

O mediador ajuda as partes a esclarecer as suas questões e os resultados desejados, e encontrar um terreno comum para construir um resultado mutuamente satisfatório. Enquanto mais de 80% dos litígios no mercado de franquias vão para a mediação, este índice do casamento na vida real é um tanto quanto diferente (muito menor).

Conclusão

Se o casamento fosse como franchising, cônjuges seriam mais bem informados com antecedência, teriam a chance de mudar de ideia até sete dias depois de casar, seriam mais focados em obter o máximo de proveito da relação no tempo disponível, e seriam capazes de resolver seus litígios por meio de mediação, sem precisar jogar louças um no outro.

Embora esses conceitos podem ser um pouco estranhos para o casamento na vida real, eles funcionam bem em franchising.

Fonte: smartcompany

Categoria: Mercado, Tendências
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